Filha que recebeu medula da mãe deixa hospital após quase sete meses de tratamento em Natal; veja vídeo

  • 11/07/2026
(Foto: Reprodução)
Profissionais se emocionaram na alta de Sabrina Cedida Sob aplausos e muita emoção, Sabrina Duarte, de 24 anos, deixou o Hospital Rio Grande, em Natal, na sexta-feira (10), após quase sete meses de internação. Ela recebeu um transplante de medula óssea da própria mãe, Dayane Duarte, e enfrentou um longo tratamento. Um vídeo gravado no momento da alta mostra profissionais de saúde formando um corredor para homenagear mãe e filha (veja abaixo). Vídeo mostra alta emocionante de Sabrina após transplante de medula com doação da mãe Enquanto as duas passam, médicos, enfermeiros e outros funcionários cantam e aplaudem. Emocionada, Dayane chega a se ajoelhar para agradecer pela recuperação da filha. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A história de Sabrina ganhou repercussão em fevereiro, quando a mãe, vereadora do município de Arara (PB), doou parte da própria medula óssea para o transplante realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Natal. LEIA TAMBÉM: Mãe doa medula óssea para filha durante tratamento de saúde em Natal A família chegou à capital potiguar em dezembro de 2025 para iniciar o tratamento. A captação da medula de Dayane aconteceu em 18 de fevereiro, e o transplante ocorreu no dia seguinte. Desde então, Sabrina enfrentou um longo período de recuperação. Durante a internação, precisou ser intubada duas vezes e permaneceu sob cuidados intensivos até apresentar melhora clínica. Após receber alta hospitalar, mãe e filha ainda permanecerão alguns dias em Natal para acompanhamento médico. Se a recuperação continuar evoluindo como esperado, a previsão é de que retornem para casa, na Paraíba, nos próximos dias. Mãe se ajoelhou em agradecimento à equipe médica Cedida Como se tornar doador de medula óssea Para se cadastrar como doador, é necessário ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e procurar um hemocentro. No Brasil, o cadastro é feito por meio do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer. O processo é simples: é coletada uma pequena amostra de sangue para análise de compatibilidade genética (HLA), e os dados ficam armazenados em um banco nacional e internacional. Caso surja um paciente compatível, o doador é convocado para exames complementares e, confirmada a compatibilidade, realiza a doação. A doação pode ocorrer de duas formas: por punção da medula óssea, com retirada do material diretamente do osso da bacia, sob anestesia; por aférese, método semelhante à doação de sangue, no qual as células-tronco são coletadas pela corrente sanguínea após estímulo medicamentoso. A chance de encontrar um doador totalmente compatível pode ser de uma em cada 100 mil pessoas. Por isso, ampliar o número de voluntários cadastrados é fundamental para salvar vidas.

FONTE: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2026/07/11/filha-que-recebeu-medula-da-mae-deixa-hospital-apos-quase-sete-meses-de-tratamento-em-natal-veja-video.ghtml


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